sobre nós

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A equipe que integra a IA nas operações da sua empresa

Somos uma equipe de engenheiros de dados, cientistas de dados e consultores de negócios apaixonados pela aplicação da IA à complexidade operacional das empresas.

VOLIS

VOLIS

VOLIS

A nossa missão

Transformando a IA de teoria em prática, integrando-a nos processos reais das organizações.

Integramos a IA diretamente nas operações de negócio, ligando dados, processos e equipas para apoiar decisões críticas no momento certo.

Fazemo-lo através de soluções robustas, seguras e escaláveis, concebidas para ambientes operacionais complexos.

Volis Build Logo

Trazendo ordem ao caos

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Trazendo ordem ao caos

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Trazendo ordem ao caos

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Trazendo ordem ao caos

equipe

equipe

equipe

De onde vêm os nossos talentos

Os nossos especialistas são oriundos de grandes empresas globais, trazendo consigo uma sólida experiência e uma visão estratégica que eleva a qualidade dos nossos trabalhos.

LÍDERES

LÍDERES

LÍDERES

Leadership team

Gonçalo Fernandes

CEO & Fundador

Gonçalo Fernandes

CEO & Fundador

Gonçalo Fernandes

CEO & Fundador

Pedro Alvarilhão

Head de Envolvimento da UE

Pedro Alvarilhão

Head de Envolvimento da UE

Pedro Alvarilhão

Head de Envolvimento da UE

Bruno Susko

Head de Produto

Bruno Susko

Head de Produto

Bruno Susko

Head de Produto

Diego Garcia

Head of Data Engineering

Diego Garcia

Head of Data Engineering

Diego Garcia

Head of Data Engineering

Diego Garcia

Head of Data Engineering

Igor Franzoni

Head of Data Science

Igor Franzoni

Head of Data Science

André Sousa

Head of Construction Projects

André Sousa

Head of Construction Projects

Igor Franzoni

Head de Ciência de Dados

Igor Franzoni

Head de Ciência de Dados

Igor Franzoni

Head de Ciência de Dados

André Sousa

Head Projetos de Construção

André Sousa

Head Projetos de Construção

André Sousa

Head Projetos de Construção

André Lemos

Head de Projetos de Mineração

André Lemos

Head de Projetos de Mineração

André Lemos

Head de Projetos de Mineração

André Lemos

Head de Projetos de Mineração

Corporativo

Corporativo

Corporativo

Corporativo

Investors and Advisors

MEXT

Investidor

MEXT

Investidor

MEXT

Investidor

New Founding

Investidor

New Founding

Investidor

New Founding

Investidor

MEXT

Investidor

New Founding

Investidor

Nate Fischer

Fundador & CEO, New Founding

Nate Fischer

Fundador & CEO, New Founding

Nate Fischer

Fundador & CEO, New Founding

Nate Fischer

Fundador & CEO, New Founding

Marcio Correia

Diretor Digital e de Informação, Dsm-Firmenich ANH

Marcio Correia

Diretor Digital e de Informação, Dsm-Firmenich ANH

Marcio Correia

Diretor Digital e de Informação, Dsm-Firmenich ANH

Marcio Correia

Diretor Digital e de Informação, Dsm-Firmenich ANH

Tiago D'Orey

Chairman Europa, Lifetime

Tiago D'Orey

Chairman Europa, Lifetime

Tiago D'Orey

Chairman Europa, Lifetime

Tiago D'Orey

Chairman Europa, Lifetime

Carta

CARTA

CARTA

Como vemos o mundo

Na Volis, trabalhamos na interseção entre a arquitetura de dados, a ontologia operacional, a inteligência artificial e a transformação de negócios reais. A nossa perspetiva não é teórica, mas sim moldada pela experiência direta de trabalhar com equipas executivas no terreno, resolvendo problemas reais de negócio e construindo sistemas que funcionam sob pressão operacional.

Ao longo desta jornada, aprendemos que o verdadeiro desafio não reside na falta de dados ou na ausência de tecnologia, mas sim na forma como a realidade do negócio é (ou não é) representada nos sistemas. É aí que a ontologia se torna fundamental: como a organização define, estrutura e relaciona os seus ativos, processos, pessoas e decisões.

Vimos em primeira mão onde a IA cria valor e onde não cria.

A IA é um acelerador, não um estratega.

A inteligência artificial é extremamente eficaz na tomada de decisões dentro de uma estrutura bem definida. Dimensiona processos, reduz a complexidade, replica padrões e identifica eficiências. Mas não cria estratégias, define prioridades ou exerce julgamento. Estas continuam a ser responsabilidades humanas.

Sem um modelo claro da realidade, sem uma ontologia que represente como o negócio realmente funciona, a IA torna-se apenas mais uma camada de abstração. O risco não é a IA substituir as pessoas, mas sim desconectá-las da realidade operacional. Uma vez implementada, gera ruído, automatiza decisões erradas e cria uma confiança artificial nos sistemas que não compreendem o contexto.

O nosso objetivo é o oposto: utilizar a IA como um multiplicador de capacidade, sempre ancorado numa compreensão rigorosa do negócio.

A capacidade executiva é o verdadeiro estrangulamento.

A maioria das organizações não falha por falta de dados, mas sim por falta de clareza prática. Têm painéis, relatórios e indicadores em abundância, mas pouca visibilidade real do que está a acontecer na prática, neste preciso momento.

O conhecimento crítico para o negócio fica fragmentado, atrasado ou traduzido em métricas que servem fins de reporting, e não a tomada de decisões. O resultado é uma erosão silenciosa da capacidade executiva.

O nosso trabalho começa com a reconstrução dessa capacidade. Estruturamos os dados em torno de operações reais, fluxos de decisão e relações causais que impulsionam o negócio, e não em torno de KPI abstratos. Criamos modelos que permitem aos líderes visualizar, compreender e agir continuamente, promovendo a melhoria operacional diária em vez de ciclos de revisão lentos.

O software deve acompanhar o negócio, e não o contrário.

O software empresarial tradicional prioriza a padronização em detrimento da subtileza. Foi concebido para escala administrativa, não para adaptabilidade operacional. Mas as organizações com quem trabalhamos não precisam de sistemas genéricos; necessitam de plataformas que reflitam a sua lógica, restrições e modo de operação específicos.

Na Volis, concebemos sistemas com base na realidade empresarial. A ontologia é o ponto de partida: define o que existe, como se relaciona e como evolui. Os dados tornam-se infraestrutura, estruturados desde a base, integrados entre funções e acessíveis em tempo quase real, permitindo que o software se adapte ao negócio, e não o contrário.

A nossa abordagem

Trabalhamos com organizações prontas para ir além da automatização incremental e adotar mudanças sistémicas. Este caminho começa com clareza: dados limpos, bem definidos e semanticamente coerentes. A partir daí, construímos ferramentas, fluxos de trabalho e modelos de decisão que permitem a melhoria contínua e a utilização responsável da IA.

Assumimos a responsabilidade pelo impacto. Estruturamos os nossos projetos em fases claras: Prova de Conceito (POC), Piloto e Escala, onde cada etapa é validada por resultados concretos antes de avançarmos para a seguinte.

Não vendemos apenas software ou produtos de dados. Construímos capacidade organizacional. A transformação que procuramos não se mede em apresentações ou provas de conceito, mas sim em alavancagem estratégica, clareza decisória e resultados operacionais sustentáveis.

G.

Gonçalo Fernandes

CEO & Fundador

CARTA

Como vemos o mundo

Na Volis, trabalhamos na interseção entre a arquitetura de dados, a ontologia operacional, a inteligência artificial e a transformação de negócios reais. A nossa perspetiva não é teórica, mas sim moldada pela experiência direta de trabalhar com equipas executivas no terreno, resolvendo problemas reais de negócio e construindo sistemas que funcionam sob pressão operacional.

Ao longo desta jornada, aprendemos que o verdadeiro desafio não reside na falta de dados ou na ausência de tecnologia, mas sim na forma como a realidade do negócio é (ou não é) representada nos sistemas. É aí que a ontologia se torna fundamental: como a organização define, estrutura e relaciona os seus ativos, processos, pessoas e decisões.

Vimos em primeira mão onde a IA cria valor e onde não cria.

A IA é um acelerador, não um estratega.

A inteligência artificial é extremamente eficaz na tomada de decisões dentro de uma estrutura bem definida. Dimensiona processos, reduz a complexidade, replica padrões e identifica eficiências. Mas não cria estratégias, define prioridades ou exerce julgamento. Estas continuam a ser responsabilidades humanas.

Sem um modelo claro da realidade, sem uma ontologia que represente como o negócio realmente funciona, a IA torna-se apenas mais uma camada de abstração. O risco não é a IA substituir as pessoas, mas sim desconectá-las da realidade operacional. Uma vez implementada, gera ruído, automatiza decisões erradas e cria uma confiança artificial nos sistemas que não compreendem o contexto.

O nosso objetivo é o oposto: utilizar a IA como um multiplicador de capacidade, sempre ancorado numa compreensão rigorosa do negócio.

A capacidade executiva é o verdadeiro estrangulamento.

A maioria das organizações não falha por falta de dados, mas sim por falta de clareza prática. Têm painéis, relatórios e indicadores em abundância, mas pouca visibilidade real do que está a acontecer na prática, neste preciso momento.

O conhecimento crítico para o negócio fica fragmentado, atrasado ou traduzido em métricas que servem fins de reporting, e não a tomada de decisões. O resultado é uma erosão silenciosa da capacidade executiva.

O nosso trabalho começa com a reconstrução dessa capacidade. Estruturamos os dados em torno de operações reais, fluxos de decisão e relações causais que impulsionam o negócio, e não em torno de KPI abstratos. Criamos modelos que permitem aos líderes visualizar, compreender e agir continuamente, promovendo a melhoria operacional diária em vez de ciclos de revisão lentos.

O software deve acompanhar o negócio, e não o contrário.

O software empresarial tradicional prioriza a padronização em detrimento da subtileza. Foi concebido para escala administrativa, não para adaptabilidade operacional. Mas as organizações com quem trabalhamos não precisam de sistemas genéricos; necessitam de plataformas que reflitam a sua lógica, restrições e modo de operação específicos.

Na Volis, concebemos sistemas com base na realidade empresarial. A ontologia é o ponto de partida: define o que existe, como se relaciona e como evolui. Os dados tornam-se infraestrutura, estruturados desde a base, integrados entre funções e acessíveis em tempo quase real, permitindo que o software se adapte ao negócio, e não o contrário.

A nossa abordagem

Trabalhamos com organizações prontas para ir além da automatização incremental e adotar mudanças sistémicas. Este caminho começa com clareza: dados limpos, bem definidos e semanticamente coerentes. A partir daí, construímos ferramentas, fluxos de trabalho e modelos de decisão que permitem a melhoria contínua e a utilização responsável da IA.

Assumimos a responsabilidade pelo impacto. Estruturamos os nossos projetos em fases claras: Prova de Conceito (POC), Piloto e Escala, onde cada etapa é validada por resultados concretos antes de avançarmos para a seguinte.

Não vendemos apenas software ou produtos de dados. Construímos capacidade organizacional. A transformação que procuramos não se mede em apresentações ou provas de conceito, mas sim em alavancagem estratégica, clareza decisória e resultados operacionais sustentáveis.

G.

Gonçalo Fernandes

CEO & Fundador

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