sobre nós
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A equipe que integra a IA nas operações da sua empresa
Somos uma equipe de engenheiros de dados, cientistas de dados e consultores de negócios apaixonados pela aplicação da IA à complexidade operacional das empresas.
VOLIS
VOLIS
VOLIS
A nossa missão
Transformando a IA de teoria em prática, integrando-a nos processos reais das organizações.
Integramos a IA diretamente nas operações de negócio, ligando dados, processos e equipas para apoiar decisões críticas no momento certo.
Fazemo-lo através de soluções robustas, seguras e escaláveis, concebidas para ambientes operacionais complexos.

Trazendo ordem ao caos

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Trazendo ordem ao caos

Trazendo ordem ao caos
equipe
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De onde vêm os nossos talentos
Os nossos especialistas são oriundos de grandes empresas globais, trazendo consigo uma sólida experiência e uma visão estratégica que eleva a qualidade dos nossos trabalhos.
LÍDERES
LÍDERES
LÍDERES
Leadership team
Corporativo
Corporativo
Corporativo
Corporativo
Investors and Advisors
Carta
CARTA
CARTA
Como vemos o mundo
Na Volis, trabalhamos na interseção entre a arquitetura de dados, a ontologia operacional, a inteligência artificial e a transformação de negócios reais. A nossa perspetiva não é teórica, mas sim moldada pela experiência direta de trabalhar com equipas executivas no terreno, resolvendo problemas reais de negócio e construindo sistemas que funcionam sob pressão operacional.
Ao longo desta jornada, aprendemos que o verdadeiro desafio não reside na falta de dados ou na ausência de tecnologia, mas sim na forma como a realidade do negócio é (ou não é) representada nos sistemas. É aí que a ontologia se torna fundamental: como a organização define, estrutura e relaciona os seus ativos, processos, pessoas e decisões.
Vimos em primeira mão onde a IA cria valor e onde não cria.
A IA é um acelerador, não um estratega.
A inteligência artificial é extremamente eficaz na tomada de decisões dentro de uma estrutura bem definida. Dimensiona processos, reduz a complexidade, replica padrões e identifica eficiências. Mas não cria estratégias, define prioridades ou exerce julgamento. Estas continuam a ser responsabilidades humanas.
Sem um modelo claro da realidade, sem uma ontologia que represente como o negócio realmente funciona, a IA torna-se apenas mais uma camada de abstração. O risco não é a IA substituir as pessoas, mas sim desconectá-las da realidade operacional. Uma vez implementada, gera ruído, automatiza decisões erradas e cria uma confiança artificial nos sistemas que não compreendem o contexto.
O nosso objetivo é o oposto: utilizar a IA como um multiplicador de capacidade, sempre ancorado numa compreensão rigorosa do negócio.
A capacidade executiva é o verdadeiro estrangulamento.
A maioria das organizações não falha por falta de dados, mas sim por falta de clareza prática. Têm painéis, relatórios e indicadores em abundância, mas pouca visibilidade real do que está a acontecer na prática, neste preciso momento.
O conhecimento crítico para o negócio fica fragmentado, atrasado ou traduzido em métricas que servem fins de reporting, e não a tomada de decisões. O resultado é uma erosão silenciosa da capacidade executiva.
O nosso trabalho começa com a reconstrução dessa capacidade. Estruturamos os dados em torno de operações reais, fluxos de decisão e relações causais que impulsionam o negócio, e não em torno de KPI abstratos. Criamos modelos que permitem aos líderes visualizar, compreender e agir continuamente, promovendo a melhoria operacional diária em vez de ciclos de revisão lentos.
O software deve acompanhar o negócio, e não o contrário.
O software empresarial tradicional prioriza a padronização em detrimento da subtileza. Foi concebido para escala administrativa, não para adaptabilidade operacional. Mas as organizações com quem trabalhamos não precisam de sistemas genéricos; necessitam de plataformas que reflitam a sua lógica, restrições e modo de operação específicos.
Na Volis, concebemos sistemas com base na realidade empresarial. A ontologia é o ponto de partida: define o que existe, como se relaciona e como evolui. Os dados tornam-se infraestrutura, estruturados desde a base, integrados entre funções e acessíveis em tempo quase real, permitindo que o software se adapte ao negócio, e não o contrário.
A nossa abordagem
Trabalhamos com organizações prontas para ir além da automatização incremental e adotar mudanças sistémicas. Este caminho começa com clareza: dados limpos, bem definidos e semanticamente coerentes. A partir daí, construímos ferramentas, fluxos de trabalho e modelos de decisão que permitem a melhoria contínua e a utilização responsável da IA.
Assumimos a responsabilidade pelo impacto. Estruturamos os nossos projetos em fases claras: Prova de Conceito (POC), Piloto e Escala, onde cada etapa é validada por resultados concretos antes de avançarmos para a seguinte.
Não vendemos apenas software ou produtos de dados. Construímos capacidade organizacional. A transformação que procuramos não se mede em apresentações ou provas de conceito, mas sim em alavancagem estratégica, clareza decisória e resultados operacionais sustentáveis.
G.
Gonçalo Fernandes
CEO & Fundador
CARTA
Como vemos o mundo
Na Volis, trabalhamos na interseção entre a arquitetura de dados, a ontologia operacional, a inteligência artificial e a transformação de negócios reais. A nossa perspetiva não é teórica, mas sim moldada pela experiência direta de trabalhar com equipas executivas no terreno, resolvendo problemas reais de negócio e construindo sistemas que funcionam sob pressão operacional.
Ao longo desta jornada, aprendemos que o verdadeiro desafio não reside na falta de dados ou na ausência de tecnologia, mas sim na forma como a realidade do negócio é (ou não é) representada nos sistemas. É aí que a ontologia se torna fundamental: como a organização define, estrutura e relaciona os seus ativos, processos, pessoas e decisões.
Vimos em primeira mão onde a IA cria valor e onde não cria.
A IA é um acelerador, não um estratega.
A inteligência artificial é extremamente eficaz na tomada de decisões dentro de uma estrutura bem definida. Dimensiona processos, reduz a complexidade, replica padrões e identifica eficiências. Mas não cria estratégias, define prioridades ou exerce julgamento. Estas continuam a ser responsabilidades humanas.
Sem um modelo claro da realidade, sem uma ontologia que represente como o negócio realmente funciona, a IA torna-se apenas mais uma camada de abstração. O risco não é a IA substituir as pessoas, mas sim desconectá-las da realidade operacional. Uma vez implementada, gera ruído, automatiza decisões erradas e cria uma confiança artificial nos sistemas que não compreendem o contexto.
O nosso objetivo é o oposto: utilizar a IA como um multiplicador de capacidade, sempre ancorado numa compreensão rigorosa do negócio.
A capacidade executiva é o verdadeiro estrangulamento.
A maioria das organizações não falha por falta de dados, mas sim por falta de clareza prática. Têm painéis, relatórios e indicadores em abundância, mas pouca visibilidade real do que está a acontecer na prática, neste preciso momento.
O conhecimento crítico para o negócio fica fragmentado, atrasado ou traduzido em métricas que servem fins de reporting, e não a tomada de decisões. O resultado é uma erosão silenciosa da capacidade executiva.
O nosso trabalho começa com a reconstrução dessa capacidade. Estruturamos os dados em torno de operações reais, fluxos de decisão e relações causais que impulsionam o negócio, e não em torno de KPI abstratos. Criamos modelos que permitem aos líderes visualizar, compreender e agir continuamente, promovendo a melhoria operacional diária em vez de ciclos de revisão lentos.
O software deve acompanhar o negócio, e não o contrário.
O software empresarial tradicional prioriza a padronização em detrimento da subtileza. Foi concebido para escala administrativa, não para adaptabilidade operacional. Mas as organizações com quem trabalhamos não precisam de sistemas genéricos; necessitam de plataformas que reflitam a sua lógica, restrições e modo de operação específicos.
Na Volis, concebemos sistemas com base na realidade empresarial. A ontologia é o ponto de partida: define o que existe, como se relaciona e como evolui. Os dados tornam-se infraestrutura, estruturados desde a base, integrados entre funções e acessíveis em tempo quase real, permitindo que o software se adapte ao negócio, e não o contrário.
A nossa abordagem
Trabalhamos com organizações prontas para ir além da automatização incremental e adotar mudanças sistémicas. Este caminho começa com clareza: dados limpos, bem definidos e semanticamente coerentes. A partir daí, construímos ferramentas, fluxos de trabalho e modelos de decisão que permitem a melhoria contínua e a utilização responsável da IA.
Assumimos a responsabilidade pelo impacto. Estruturamos os nossos projetos em fases claras: Prova de Conceito (POC), Piloto e Escala, onde cada etapa é validada por resultados concretos antes de avançarmos para a seguinte.
Não vendemos apenas software ou produtos de dados. Construímos capacidade organizacional. A transformação que procuramos não se mede em apresentações ou provas de conceito, mas sim em alavancagem estratégica, clareza decisória e resultados operacionais sustentáveis.
G.
Gonçalo Fernandes
CEO & Fundador
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